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A organização passivo-agressiva

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É difícil confundir empresas saudáveis. Seus gerentes têm acesso a informações boas e oportunas, a autoridade para tomar decisões informadas e os incentivos para tomá-las em nome da organização, que as executa com rapidez e competência. Um bom termo para as organizações mais saudáveis é “resilientes”, pois elas podem reagir com agilidade aos desafios e se recuperar rapidamente daqueles que não conseguem evitar. Infelizmente, a maioria das empresas não é resiliente. Na verdade, menos de uma em cada cinco das aproximadamente 30.000 pessoas que responderam a uma pesquisa on-line global conduzida pela Booz Allen Hamilton descrevem suas organizações dessa forma.1 O maior número — mais de um quarto — diz que sofre do conjunto de patologias que colocamos sob o rótulo de “passivo-agressivo”. O nome da categoria vem da resistência silenciosa, mas tenaz, da organização, em todos os sentidos, mas abertamente, às diretrizes corporativas.

A version of this article appeared in the October 2005 issue of Harvard Business Review.

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