SKIP TO CONTENT

Como conselhos bem administrados tomam decisões

Resumo.   

Aviso: Este texto foi traduzido com o uso de tradução automática e pode conter erros. Responda a esta pesquisa para nos enviar seus comentários e obtenha mais informações em nossas perguntas frequentes.
Read in English

Após desastres sísmicos como os que derrubaram a Enron e a Worldcom, bem como vários tremores notáveis, porém mais modestos, como o pagamento estimado de 140 milhões de dólares da Disney ao presidente demitido Michael Ovitz, os conselhos corporativos foram sacudidos e reformados. Atualmente, eles têm mais diretores independentes, e quase todos (cerca de um terço há apenas alguns anos) nomearam diretores principais ou presidentes para ajudar a garantir a vigilância do conselho nos assuntos da empresa. As empresas agora divulgam os salários dos diretores e os nomes dos membros do comitê em seus sites, bem como nos documentos da SEC. A legislação Sarbanes-Oxley exige que os conselhos mantenham um comitê de auditoria composto inteiramente por diretores independentes. Pesquisadores descobriram que a maioria das mudanças é para o bem: junto com outras características cada vez mais comuns do conselho — a existência de comitês de nomeação independentes, por exemplo, e a exigência de que os diretores possuam ações da empresa — elas têm um efeito positivo no desempenho da empresa.

A version of this article appeared in the November 2006 issue of Harvard Business Review.

Partner Center