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Disfunção na sala de reuniões

Resumo.   

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Durante anos, as mulheres buscaram maior representação nos conselhos corporativos. E a maioria dos conselhos diz que quer mais diversidade. Então, por que as mulheres detinham apenas 16,6% dos Fortuna 500 assentos no conselho em 2012? E por que, nos últimos seis anos, essa porcentagem ficou relativamente estável, aumentando em apenas dois pontos, de acordo com dados da empresa de pesquisa Catalyst?

A version of this article appeared in the June 2013 issue of Harvard Business Review.

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