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O diretor executivo de uma agência da ONU sobre como administrar a TI como um negócio

Alastair Philip Wiper

Resumo.   

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Em junho de 2018, fui acordado em minha casa na Noruega muito depois da meia-noite por uma ligação de um alto funcionário da sede das Nações Unidas, em Nova York. O embaixador mexicano na ONU havia apresentado uma reclamação formal sobre o Escritório das Nações Unidas para Serviços de Projetos (UNOPS), a organização que dirijo, alegando que o UNOPS havia se posicionado oficialmente ao lado do candidato da oposição na próxima eleição presidencial do México. A reclamação era ridícula: Tudo o que fizemos foi dizer sim ao candidato quando ele perguntou se o ajudaríamos com uma campanha anticorrupção caso fosse eleito. Mesmo assim, a reclamação formal criou um frenesi na imprensa mexicana. Tínhamos duas opções: pedir desculpas abundantemente ou declarar que não havíamos feito nada de errado. Foi uma decisão delicada, porque nossa reputação estava em risco, especialmente se o candidato da oposição perdesse. Decidimos nos manter firmes. O secretário-geral da ONU emitiu uma declaração reafirmando a imparcialidade da ONU. Um mês depois, o candidato da oposição, Andrés Manuel López Obrador, foi eleito presidente - e logo após sua posse, ele pediu ao UNOPS que ajudasse a vender o avião presidencial do México, para dar um exemplo de frugalidade governamental.

A version of this article appeared in the Maio-Junho 2019 issue of Harvard Business Review.

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