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O trabalho da vida: Uma entrevista com Megan Rapinoe

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A ousada e impetuosa capitã da equipe de futebol feminino dos EUA cimentou seu lugar na história do esporte com um desempenho de MVP na Copa do Mundo do ano passado, incluindo cobranças de pênaltis sob pressão, mesmo quando o presidente Donald Trump tuitou críticas a ela. Defensora declarada dos direitos LGBTQ, ela já havia se aliado ao movimento de justiça racial ao se ajoelhar para o hino nacional nos jogos e ajudou a liderar o processo de discriminação de gênero de sua equipe contra a Federação de Futebol dos EUA.

A version of this article appeared in the Julho-Agosto 2020 issue of Harvard Business Review.

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