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Resumo.
Vivemos em um mundo de trabalho obcecado com o que nós, em nossa pesquisa, chamamos de modo "fazer " - estabelecer metas, fazer listas de tarefas e verificar os itens, ocupados. Falamos incessantemente sobre metas tangíveis de curto prazo que são fáceis de medir em nossos empregos, e nossos gerentes nos incentivam, tácita e explicitamente, a dedicar a maior parte, se não toda a nossa atenção, a elas. E, com certeza, "fazer as coisas" é necessário para a sobrevivência da empresa.